Obra
BAIARDO, Luís José, 1775-? - O Marquez de Pombal, Sebastião Jozé de Carvalho e Mello ou O terremoto de 1755, 1839.
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Índice
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Primeira epoca [O Terremoto de 1755]
Segunda epoca 1761. Prizão do dezembargador Alvaro da Silva
Terceira epoca 1777. Os siganos
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Capa

Ficha Bibliográfica

BAIARDO, Luís José, 1775-?

O Marquez de Pombal, Sebastião Jozé de Carvalho e Mello ou O terremoto de 1755 : drama original em trez epocas e sete quadros / por Luiz Jozé Baiardo. - Lisboa : Typ. de António José da Rocha, 1839. - 112 p. ; 16 cm

CDU 82-2

OMGAR 2482p (ULFL-OM)

 

Nota descritiva

Vai ter lugar, no dia seguinte, o casamento de Leonor, filha de um abastado comerciante, e Ernesto Montalvão, fidalgo arruinado, oriundo da província. Também interessado na mão de Leonor está Eugénio, caixeiro do comerciante, que, apesar de correspondido no seu amor, não ousa disputar o lugar do fidalgo. Acontece que Alberto, um amigo que acompanhara Ernesto e tão desonesto quanto este, roubara o dote do cofre que se encontrava à guarda de Eugénio. No dia seguinte, quando, já com a presença do Ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, se inicia a cerimónia, Eugénio revela o desaparecimento do dinheiro, ao mesmo tempo que eclode um terramoto.
Cinco anos volvidos e encontramo-nos em casa do desembargador Álvaro da Silva. Devido à destruição e ao ambiente de devastação provocados pela violência do terramoto, vimos a saber que as relações entre as personagens se desfizeram: os pais de Leonor foram dados como mortos; Eugénio não mais encontrara Leonor, que, como tantos outros, ficara na miséria; Ernesto desaparecera e Alberto perdera o dinheiro do furto. Por obra do destino, vão todos reencontrar-se, refazendo-se o triângulo amoroso, mas com uma oposição no feminino: Eugénio é objecto do amor de Leonor, mas também agora de Margarida, filha do desembargador, que, desconhecendo o passado de Leonor, lhe revela os seus sentimentos por Eugénio. Esta confluência amorosa evolui, terminando com o casamento de Eugénio e Leonor, com a bênção do Marquês de Pombal, que favorece os honrados, sendo, naturalmente, Eugénio seu incondicional defensor.
Teve estreia no Teatro da Rua dos Condes, em 1838.

 

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