Obra
LOUREIRO, Jacinto Heliodoro de Faria Aguiar de, 1806-1859? - Alvaro Gonçalves, o magriço e os doze de Inglaterra, 1846.
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Índice
[Encadernação]
[Rosto]
[Epígrafe]
[Dedicatória]
[Nota] Aos respeitaveis juizes
[Concurso para a representação da peça na inauguração do Teatro D. Maria II]
Mais duas palavras ao publico imparcial
13 b
Pessoas [e] Idades
15 b
Acto primeiro
Acto segundo
Acto terceiro
Acto quarto
Acto quinto
[Encadernação]
Capa

Ficha Bibliográfica

LOUREIRO, Jacinto Heliodoro de Faria Aguiar de, 1806-1859?

Alvaro Gonçalves, o magriço e os doze de Inglaterra : drama historico original / por Jacinto Heliodoro de Faria Aguiar de Loureiro. - Lisboa : Imprensa Nacional, 1846. - 100 p. ; 20 cm. - Obra digitalizada a partir do original

CDU 82-2

OMGAR 2470p (ULFL-OM)

 

Nota descritiva

Fonte de inúmeras questões e peripécias, este foi o drama escolhido, por concurso público, para a noite de inauguração do Teatro Nacional de D. Maria II, em 13 de Abril de 1846. A acção deste drama decorre no ano de 1385, à volta de um acontecimento semi-lendário nos contornos que assumiu, mas com raízes históricas, e já por outros escritores aproveitado como assunto das suas composições ficcionais.
Regressados da batalha de Aljubarrota e dado o clima de alegria pela vitória dos portugueses, D. João I reconhece Beatriz, amada por Álvaro Gonçalves, um valente cavaleiro, sua filha natural. Este reconhecimento tem como consequência a impossibilidade do casamento de Beatriz e Álvaro, agora que ela se encontra numa posição social que exige que a escolha de marido se conforme com os superiores interesses da nação.
Chega entretanto ao Paço um enviado da Corte de Inglaterra que necessita de 12 cavaleiros que vão vingar a honra de 12 damas inglesas. Logo surge como candidato Álvaro Gonçalves que, acompanhado de outros 11 cavaleiros, parte para Inglaterra. E é já nesse país, no Paço de Ricardo II, que se vai desenrolar o quarto acto, assistindo-se a uma luta da qual saem vitoriosos os cavaleiros portugueses.
Ao regressar a Portugal, Álvaro Gonçalves é informado do aprazado casamento de Beatriz com Arundel, conde inglês, revoltando-se com a situação. Perante uma possibilidade de raptar Beatriz e ir viver com ela para Castela, Álvaro Gonçalves exibe o seu carácter de nobre português, preferindo levar uma vida de sofrimento a curvar o joelho ante os opressores de Portugal.

 

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