Obra
CARVALHO, Licínio F. C. de - Os dous proscriptos ou O jugo de Castella, 1850.
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Índice
[Encadernação]
[Anterrosto]
[Estampa: autor]
[Rosto com marca de posse]
[Dedicatória]
5 b
Personagens
7 b
[Acto] Primeiro. A junta dos conjurados
[Estampa] I. Acto
[Acto] Segundo. O apostata
[Estampa] II. Acto
[Acto] Terceiro. Os recontros
[Acto] Quarto. A emboscada
[Estampa] V. Acto
[Nota do autor]
Erratas
[Encadernação]
Capa

Ficha Bibliográfica

CARVALHO, Licínio F. C. de

Os dous proscriptos ou O jugo de Castella : drama historico em cinco actos e seis quadros / por Licínio F. C. de Carvalho. - Porto : Typ. de J. L. de Sousa, 1850. - 174, [2] p. : il. ; 21 cm. - (Obras de Licinio F. C. de Carvalho ; 1. Theatro. 1). - Obra digitalizada a partir do original

CDU 82-2

OMGAR 2455p (ULFL-OM)

 

Nota decritiva

 

Licínio Fausto Cardoso de Carvalho é o autor de Os Dois Proscritos ou o Jugo de Castela, publicado no Porto em 1850. Esta peça teve várias edições e, segundo Jorge de Faria, "até há pouco, notavelmente adulterada, se exibia em palcos brasileiros no primeiro de Dezembro".
À casa do Duque de Bragança chegaram alguns proscritos, há muito afastados da pátria, mas que agora tencionam ajudar a libertar da ocupação filipina. Aqui se encontram 40 fidalgos que, depois de debaterem a situação, combinam levar a cabo, no dia 1º de Dezembro, uma conjuração.
Um desses proscritos, D. Álvaro de Abranches, fora levado pela Inquisição a professar, depois de o fazerem acreditar que a sua amada, D. Maria de Vilhena, tinha morrido. Pretende agora que Roma anule os seus votos para poder desposar Maria, no que sofre a rivalidade de um castelhano, La Puebla. Este conflito de interesses vai fazer despoletar inúmeras peripécias, verosímeis apenas neste real construído, acabando La Puebla por morrer, permitindo, finalmente, que Álvaro e Maria gozem o seu amor, num Portugal agora já liberto do jugo castelhano.

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