Obra
PIMENTEL, Serpa, 1814-1870 - O Almançor Aben-Afan, ultimo rei do Algarve, 1840.
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Índice
[Rosto com marca de posse]
[Notas]
3 b
[Dedicatória]
5 b
[Cortina]
7
Personagens [e] actores
8
[Acto] I. O naugfragio
[Acto] II. O Cutelo, e o Diadema
[Acto] III. As duas cruzes
Erratas
Capa

Ficha Bibliográfica

PIMENTEL, Serpa, 1814-1870

O Almançor Aben-Afan, ultimo rei do Algarve : em três actos, e em verso / José Freire de Serpa Pimentel. - Coimbra : Impr. da Universidade, 1840. - 96 p. ; 18 cm. - (Theatro de José Freire de Serpa Pimentel ; 2). - Obra digitalizada a partir do original. - Encadernado com: D. Sisnando, o arabe / J. F. de Serpa Pimentel

CDU 82-2

OMGAR 2411p (ULFL-OM)

 

Nota descritiva

O Almançor Aben-Afan, último rei do Algarve, drama produzido pelo autor de D. Sisnando, premiado pelo júri dramático do Porto e representado no Teatro S. João no início de Janeiro de 1840, provocou, nos dias que seguiram a sua estreia, algumas críticas acesas na imprensa, nomeadamente no Jornal do Conservatório (nº 5, 5 de Janeiro de 1840). Dá-nos conta o autor do comunicado que aí se publica da adesão do público perante tal composição, referindo-se a algumas inverosimilhanças: "Se os dois primeiros actos agradaram, e muito o 2º, não aconteceu o mesmo com o 3º; metade do acto fica D. Branca morta em cena; o Cavaleiro de Carpentos mata-se depois, e lá fica junto dela morto, até que Aben-Afan venha acabar de morrer em cena junto de D. Branca? Um sussurro de enojo e impaciência se ouviu nos espectadores, e com razão: que não é a cena o Prado do Repouso". Apesar de tais reparos severos, a crítica não deixa de reconhecer o "inquestionável talento poético e dramático" de José Freire de Serpa Pimentel nesta composição dramática que vai ao encontro da edificação de Aben-Afan e de D. Branca, duas figuras históricas e poéticas de elevado valor na nossa história e literatura nacionais.

 

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