Obra
PIMENTEL, Serpa, 1814-1870 - D. Sisnando, o arabe, 1850.
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Índice
[Encadernação com ex-libris]
[Anterrosto]
[Rosto]
[Nota]
V
[Epígrafes]
Prologo da primeira edição
Prologo da segunda edição
[Dedicatória]
Personagens
[Acto] I: Os amores
[Acto] II: As sobreiras
[Acto] III: Os ciumes
Capa

Ficha Bibliográfica

PIMENTEL, Serpa, 1814-1870

D. Sisnando, o arabe / J. F. de Serpa Pimentel. - Coimbra : Impr. de E. Trovão, 1850. - XXVII, 104 p. ; 18 cm. - (Theatro de José Freire de Serpa Pimentel). - Obra digitalizada a partir do original. - Também encadernado neste volume: O Almançor Aben-Afan, último rei do Algarve. - Também encadernado neste volume: D. Sancho II

CDU 82-2

OMGAR 2411p (ULFL-OM)

 

Nota descritiva

Este drama de José Freire de Serpa Pimentel constitui a sua terceira composição dramática. Escrito, segundo o autor, em apenas oito dias em Santa Cruz do Buçaco, D. Sisnando é premiado pelo Conservatório Real de Lisboa a 6 de Outubro de 1839 e representado no Teatro de S. Carlos, pela companhia do Teatro Normal, no mês seguinte, a 14 de Novembro. Aprovado pelo Instituto da Academia Dramática de Coimbra em 1843, o drama tem a particularidade de extravasar, em pouco, a unidade de acção - "unidade absoluta" no entendimento de Serpa Pimentel - e de edificar a intriga em torno de um elemento extra-histórico aliado a acontecimentos políticos e sociais retirados de crónicas nacionais e castelhanas. Assim sendo, a intriga amorosa entre D. Sisnando e a Princesa de Córdova situada em "meados do século XI nos fins do reinado de Fernando Magno de Castela" constitui a acção principal do drama.

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