Obra
LACERDA, António Augusto Correia de, ?-1868 - A rainha e a aventureira, [1844].
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Índice
[Encadernação com nota manuscrita]
[Anterrosto com dedicatória manuscrita]
[Rosto]
[Prólogo]
[Cortina]
53 b
Personagens [e] actores
55 b
Acto primeiro
Parecer sobre o drama [...]
[Notas de imprensa]
[Encadernação]
Capa

Ficha Bibliográfica

LACERDA, António Augusto Correia de, ?-1868

A rainha e a aventureira : drama em cinco actos e um epilogo / por A. A. d'Almeida Corrêa de Lacerda. - Lisboa : Typ. de Silva, [1844]. - 350 p. ; 22 cm. - Premiado pelo Conservatório, e representado pela primeira vez em 29 de Outubro de 1844, aniversário de S. M. El-Rei D. Fernando. - Obra digitalizada a partir do original

CDU 82-2

OMGAR 2381p (ULFL-OM)

 

Nota descritiva

Publicado em 1845, A Rainha e a Aventureira, um drama de Correia Lacerda, teve um bom acolhimento por parte do público que o viu pela primeira vez no Teatro da Rua dos Condes, no aniversário de D. Fernando, a 29 de Outubro de 1844.
A acção desenrola-se em 1245 e tem início nos paços de Coimbra, imediatamente após o casamento de D. Sancho II com D. Mécia de Aro. Este monarca, completamente dominado pela sua mulher e pelos validos que o cercam, não consegue pôr cobro ao estado caótico a que o reino chegou, onde bandos organizados assaltam e roubam impunemente. Disto se queixam os prelados portugueses ao Papa Inocêncio IV que envia uma bula, segundo a qual D. Sancho deverá abdicar a favor de seu irmão, D. Afonso, Conde de Bolonha. Tudo isto se passa no primeiro acto, sendo os quatro restantes e o epílogo ocupados com a vida de D. Mécia.
Apesar de historicamente pouco mais se saber da antiga rainha, o autor partiu dos traços negativos evidenciados nas crónicas e, exacerbando-os, criou uma vida ficcional pecaminosa de que Mécia se vem a arrepender, conseguindo assim o perdão final.

 

 

 

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