Obra CASCAIS, Joaquim da Costa, 1815-1898 - A inauguração da estatua equestre, 1899. Cópia em JPEG Índice Acto primeiro Acto quarto Acto quinto | ![]() Ficha Bibliográfica
Nota descritiva O lugar da acção é Lisboa, corre o ano de 1775. Uma «colareja» da Praça da Figueira, Maranhôa, vem fazer uma visita a Mariazinha, sobrinha e afilhada de D. Brás Viegas, senhor que nutre um profundo desagrado pela acção política do Marquês de Pombal. O assunto da conversa é a inauguração da «mimória», isto é, a inauguração da estátua equestre de D. José, encomendada, a partir de um desenho de Eugénio dos Santos, a Joaquim Machado de Castro. A excitação causada no meio lisboeta por esse acontecimento, bem como a descrição do desfile que percorreu as ruas da cidade no dia da inauguração misturam-se com peripécias amorosas que envolvem Mariazinha e um alferes dos Voluntários Reais. Os diálogos em que as personagens comentam a cerimónia - participaram o Marquês e o filho, o estatutário e o fundidor -, revelam uma mordaz crítica de costumes. |
